Ele tinha aquele riso bobo que, mesmo sem querer, me fazia rir junto. E sabia falar e, principalmente, o que falar. Foi assim que eu me apaixonei. Ele não era bonito, tão pouco atraente, mas ele fingia que se importava, e fingia tão bem, que eu simplesmente acreditava. Nossas vidas se encontraram quando eu já não tinha mais vida. Eu estava morta por dentro, e ele só tentava me fazer reviver. E ele conseguiu. Ele me fez acreditar mais, amar mais, me entregar mais.. E me doei como um todo para ele, e ele simplesmente se foi. Sem dar explicações e sem se importar, ele saiu da minha vida mais rápido do que chegou. E ainda me perguntam porque não acredito em amor.

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